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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ARROZ NOSSO DE CADA DIA.

ARROZ NOSSO DE CADA DIA.



E por falar em arroz ... foram muitas perguntas, então, de forma prática e resumida, seguem algumas indicações e pequenos acréscimos sobre o assunto.

Historicamente, o arroz faz parte da alimentação humana há mais de 7 mil anos. Muitos pesquisadores apontam o sudeste asiático como o berço do cereal, enquanto a China é responsável pelos primeiros registros do plantio e colheita de algumas variedades de arroz. (fotos e opiniões, colhidas da net e sites especializados, além de referencias da casa HPD).

Tipo de arroz
Calorias (Kcal)
Carboidratos (g)
Proteínas (g)
Gorduras (g)
Fibras (g)
Branco
124
26,6
2,32
1,18
0,49
Integral
76
14,5
3,0
1,0
2,7
Parboilizado
123
25,6
3,2
0,6
0,63
Cateto
180
39,1
4,0
1,0
1,0
Arbóreo
175
39,2
4,16
1,17
0,50
Basmati
171
38,1
3,5
0,5
0,8
Vermelho
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Negro
173
36,4
4,9
1,0
4,2
Selvagem
170
35,6
6,0
0,5
3,0


Tipos de arroz
Atualmente, existem mais de 2 mil tipos diferentes do grão sendo cultivadas em todo o mundo. Veja as espécies mais comuns do mercado:
Arroz agulhinha ou branco: é o tipo de arroz mais consumido pelo brasileiro. De cozimento rápido e grão macio, o arroz agulhinha passa por processos de enriquecimento para retirada da “casca” e da película que cobre o grão, antes de chegar ao consumidor.

Arroz parbonizado: O arroz parbonizado nada mais é que o arroz agulhinha comum, que passa por um tratamento hidrotérmico. A técnica consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, fazendo com que ele absorva suas vitaminas e minerais e aumentando seu valor nutritivo. Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão. 
"O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboinização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais 
nutrientes da casca", diz Audrey Abe. Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca.  

Arroz integral: Mesma espécie do arroz branco comum, porém não passa pelo processo de retirada da película que cobre o cereal, mantendo assim mais nutrientes e minerais, em comparação com o arroz branco.

Arroz negro: O arroz negro possui um grão ovalado, duro e de sabor suave. Originário da China, vem ganhando a atenção dos brasileiros graças a seu alto poder nutricional. O grão, apesar de branco por dentro, é envolvido por uma película escura que dá um toque exótico a qualquer prato.


Arroz vermelho: O nosso arroz de Camargue. Como o próprio nome já diz, o arroz vermelho possui uma coloração avermelhada e sabor suave. Deve ser cozido em panela de pressão, pois é um cereal de grão duro e resistente.

Arroz-cateto ou Japonês : Como o próprio nome já diz, essa variedade é a base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. "Esse tipo de arroz também tem a sua versão "integral", que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e minerais", explicam os nutricionistas.

Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz. 
Seja em sua versão integral ou comum, o arroz-cateto também possui um grão arredondado e pequeno. Seu consumo no Brasil ainda é pequeno, talvez por seu cozimento mais lento e sua consistência firme.

Arroz arbóreo: Arredondado e pequeno, o arroz arbóreo é um tipo de grão muito utilizado para preparar risotos. Seu cozimento também é rápido e sua consistência macia e suave.

Arroz basmati: Muito utilizado em pratos indianos, o arroz basmati é parecido com o agulhinha, porém é mais comprido e fino. Seu cozimento também é rápido e sua consistência firme e soltinha. É conhecido por possuir um aroma adocicado e amendoado depois de cozido.


Arroz jasmim: De cor avermelhada (mas nem sempre assim, vejam o TAÏ) e formato suculento, o arroz jasmim, também conhecido como arroz thaí, não é muito conhecido no Brasil. Seu aroma e sabor se aproximam muito do arroz basmati, apesar de sua origem ser tailandesa. É um cereal macio, de cozimento médio e que pode ser consumido frito também.

Carnaroli: esta espécie, rica em amido, libera durante seu cozimento uma substância que deixa os pratos com consistência bastante cremosa. Este arroz é indicado principalmente para compor risotos. As características do grão permitem absorver o sabor dos vários ingredientes adicionados ao prato.

Vialone nano: este tipo de arroz também faz parte dos arrozes de origem italiana. O grão polido fica cremoso após o cozimento, mas, ainda assim, mantém a forma arredondada. Assim como o carnarolli e o arbório, este arroz é indicado para o preparo de risotos.

Trinca: de grão redondo, este arroz é ideal para pudins e doces. Os grãos têm bastante amido e, por isso, aglomeram-se durante o cozimento.


Bomba: o grão é curto e redondo e absorve parte da água durante o cozimento. Este arroz é um dos mais usados na paella, prato típico da Espanha.

(não fazemos propaganda de marcas, apenas colocamos aqueles que consideramos, por próprio uso, bons)

Homeopatas dos Pés Descalços



sábado, 23 de janeiro de 2016

A DENGUE E AS PRIMAS

O brasileiro certamente é bom em muitas coisas: criativo, piadista, tem o dom do futebol, as mulheres são bonitas, carrega dentro de si o otimismo – apesar das adversidades -, luta pela sobrevivência e via de regra pacífico e trabalhador.

Mas o brasileiro também é desleixado. Basta ver a disseminação do mosquito Aedes aegypti – aquele que transmite as doenças da dengue, chikungunya e zika vírus, que vêm causando tantos transtornos, microcefalia e até a morte. Apesar das campanhas, da enxurrada de informações, das visitas de agentes de saúde, das histórias dos vizinhos que contraíram a doença e de tanto massacre pela mídia, inacreditavelmente há gente que simplesmente ignora o assunto, mantendo focos para a proliferação do mosquito sem se dar conta do perigo. O famoso “não tô nem aí”.http://blogs.odiario.com/bahr-baridades/2015/11/30/dengue-chikungunya-e-zika-virus-doencas-do-terceiro-mundo/

A Dengue e as Primas



PREVENIR = CIDADÃOS = RESPONSABILIDADE DO ESTADO = RESPONSABILIDADE DO MUNICÍPIO = RESPONSABILIDADE DOS GOVERNO FEDERAL.


Hoje falamos de dengue. Muita gente tem nos perguntado sobre homeopatia x dengue e não só pra nós, muitos especialistas em homeopatia, sites especializados tem dado suas considerações e coisas do gênero.

Por exemplo:

Costumamos usar Carbo Vegetabilis na ch 5, nas plantas, nesse período de chuva. Tiramos a água parada é claro, mas esse é o nosso principal problema. Indicar homeopatia específica pra dengue e seus “primos”, foge a nossa linha e vamos dizer porquê.

Você está com dengue, então isso para nós, significa que você já tem o exame que confirma isso. Seu medicamento similimum pode te ajudar nisso.
Entretanto indicar um remédio só pra isso, dentro da homeopatia – para a pessoa, é tratar a consequência e não a causa. E é por esse caminho que pensamos.

Se estiver grávida, use os sais de Schussler, se for idoso, também. Reforce sua imunidade se for criança ou jovem ou adulto. O mosquito está aí, ele só vai acabar quando o nosso país for mais limpo e consciente:


A dengue no Brasil é caso de prisão, irresponsabilidade pura, coisa de doido. A sujeira mata e foi isso que aconteceu.
Um país pobre, sem condições sanitárias adequadas, sem educação popular de saúde, sem a mínima conservação de nossa matas e nosso povo vivendo e morrendo na sua própria sujeira.
Os médicos sanitaristas no nosso país, vem lutando ano após ano, contra tudo e contra todos, procurando evitar esse tipo de epidemia que hoje vemos, sem grandes sucessos.

Lucra o pessoal do fumaceiro, lucra o povo das vacinas e a ordem natural das coisas virou ter filho com o tamanho do cérebro reduzido.

A sujeira se acumula – falta de educação ambiental;

Os esgotos estão entupidos, os rios morrendo e a água boa indo embora. Todo mundo joga tudo em qualquer lugar. Os maiores focos no país são em terrenos abandonados, lixos públicos e espaços que beiram a miserabilidade.

Daí vem alguém e diz que cada um deve fazer a sua parte e que a população tem que ajudar, afinal é apenas um mosquito. E estão certos, não pela hora e nem no contexto do povo brasileiro que paga seus impostos para morar no meio do lixo.

A Dengue e suas primas são responsabilidade de uma política de estado pobre, desonesta e ineficiente. Não é a toa que ela veio acompanhada pela vergonha da saúde pública no Rio, em Brasília, São Paulo e Maranhão. Ví um médico e diretor de hospital citando corajosamente a questão da imagem, da fachada dos hospitais. Mas de deixarem a parte interna, aquela que é humana, jogada as traças.

De quem é a culpa? Da falta de EDUCAÇÃO SOCIAL – EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS. A saúde é direito de todos. Você já deve ter visto isso em algum lugar, mas não é bem assim. A quantidade de desvio de verba e de materiais nos hospitais, não são responsabilidade apenas dos estados, mas dos profissionais que lá estão.
Cuidar da saúde coletiva, cuidar dos hospitais públicos, sem se aperceber que o esgoto continua a céu aberto, que comemos cada vez pior, que a educação foge das salas de aula e muitas tem suas merendas roubadas, que por vezes se forma não médicos, mas semi deuses e que essa categoria precisa sair do chavão de “me formei por vocação” e começar a ver como é a ação, pode ser que consigamos dar valor aos pequenos centros de atendimento espalhados nesse pais, que tem seus recursos desviados.
A dengue e suas primas, vieram coroar um país que tem colocado sua mágoa, sua raiva e seu racismo na pessoa da Presidente e foge o olho em ver que a autonomia dos estados para administrar e gerir gastos, depende das eleições para Governador e prefeito.
Não é falta de dinheiro; é falta de vergonha na cara, de escrúpulo e de educação. Não roubamos os outros, roubamos nossas futuras gerações e nossa própria velhice.
Os mais ricos, frequentam locais com atendimentos variados, são acolhidos nas suas doenças, fazem tratamento fora. Compram suas medicações e em muitas vezes pagam alguém pra entrar na fila dos remédios gratuitos. Mas vemos os planos de saúde cada vez mais recortados, por idade, por gênero, por perguntas e por valor. Ser idoso no Brasil, um idoso normal, custa caro. Se pegar dengue morre ou fica encostado, contando com a ajuda dos parentes (se tiver), pra recolher o lixo. Mas se chover, daí você verá um festival de sacos nas ruas, boiando. Os esgotos entupidos, as obras inacabadas se acabando e sendo levadas pela água, verá também a falta de limpeza e de consciência passando pela sua janela e pela sua calçada e provavelmente vai dizer: que horror, esse povo joga tudo na rua. Falta apontarmos o dedo pra nós mesmos também.

Quando você não encontra uma lixeira na rua, segura ou guarda o lixo pra jogar mais adiante? Isso também é dengue.

Pensa no lixão: chuva, agua parada e lixo. Tudo ao céu aberto. Agora imagina a quantidade de brasileiros que só conseguem se alimentar porque recolhem comida e sustento no lixão. Saneamento básico = dengue.

A vasilha do cachorro, aquela de tomar água. Gente que coloca comida e água para animais. Que adora ficar mostrando pra visitas aquele monte de samambaia e plantas em potinhos, mas não gasta 5’ pra limpar o básico.

O senhor que gosta de acumular pneu velho, só Deus sabe pra que! Não vende, não usa, não dá, não troca e ainda pega dengue.

As empresas e os senhores ricos e milionário que cercou o seu terreno, vizinho dos outros e continua deixando lá, o mato crescer, a água empossar, o pessoal passar e jogar resto de tudo e os seus vizinhos, aquele que o você não respeita, pega dengue.

Falta educação, falta saneamento, falta respeito e sobra dengue. Agora sobrou né?
Não tem saída milagrosa.

Denuncie terrenos vazios e se por acaso tiver dengue porque o foco está num terreno desse, vá ao MP e abra um inquérito de responsabilidade.  

Limpe sua casa e seu quintal, sua janela, seu trabalho e a escola do seu filho, ser chato (a) nessa hora, pode ser fundamental para a sobrevivência da espécie.

Cobre e denuncie a prefeitura, o estado e quem mais for, se os carros estão abandonados, se há entulho, se não coletam lixo.

Capine seu terreno. Isso não é favor, é higiene.


A saída pra dengue é coletiva sim, mas não por causa do surto, porque de certa forma contribuímos com isso, trouxemos a guerra silenciosa pro nosso quintal.
Fora isso; se proteja como puder, quem tem dinheiro compra repelente, quem não tem, usa blusa de manga cumprida. Exija seu exame, você tem direito a ele e a medicação própria, acertada e de graça.
Um dia a gente chega lá, mas não precisamos ir pelas asas da incompetência de estados e municípios em gerir e distribuir recursos e nem pelas asas dessa mosquitinho infame e pintadinho que resolveu pegar carona e deixar suas marcas para as futuras gerações.


 Homeopatas dos Pés Descalços
A medicina pode e deve receber ajuda. Com pequenas atitudes podemos salvar vidas, não como médicos, como pessoas simples, fazendo o simples.

imagens retiradas da net.
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